Campos de Atlanta e Oliva

Bloco BS-4

Bloco BS-4 foi o segundo acordo de farm-in da QGEP após a abertura de capital em fevereiro de 2011. No segundo semestre do mesmo ano, a Companhia adquiriu uma participação de 30% e a operação do bloco pelo valor de US$157,5 milhões. Localizado na Bacia de Santos, a  da costa brasileira, tal bloco compreende os Campos de Atlanta e Oliva, formados por acumulações de óleo pesado de 14º e 16º API, respectivamente, em arenitos turbidíticos do pós-sal, que contém um volume total de óleo in situ estimado em

Em fevereiro de 2012, a QGEP obteve a aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP para operar o Bloco BS-4. Os planos de desenvolvimento  para os dois campos foram apresentados à ANP em dezembro de 2011. Durante o ano de 2012, a Companhia iniciou os estudos necessários para a aquisição e contratação de equipamentos e serviços, bem como adquiriu dados sísmicos para a área, o que permite um melhor imageamento dos reservatórios de pós e pré-sal. Esses novos dados podem auxiliar na identificação de potenciais novas descobertas no pós-sal deste bloco.

A Companhia anunciou, em janeiro de 2013, por meio de Comunicado ao Mercado, que a ANP havia aprovado o Plano de Desenvolvimento – PD do Campo de Atlanta. O PD do Campo de Oliva foi aprovado  pela ANP em agosto de 2013. 

Campo de Atlanta

O Plano de Desenvolvimento do Campo de Atlanta, aprovado pela ANP, consiste em um Sistema de Produção Antecipada - SPA, que irá produzir por um período de três anos e será seguido por um Sistema Definitivo - SD. O SPA inclui a perfuração de até três poços produtores conectados a um FPSO (Floating Production, Storage and Offloading Unit) com capacidade de produção de até  (kbopd), enquanto o SD contempla a perfuração de poços adicionais, totalizando um sistema com 12 poços horizontais, ligados a um FPSO de  de capacidade. A área de desenvolvimento é de .

No primeiro semestre de 2014, foi concluída de forma bem sucedida as perfurações e testes dos dois poços horizontais do SPA do Campo de Atlanta, em uma seção horizontal de  de extensão e a um diâmetro de . O reservatório perfurado é representado por arenitos com porosidade média de 38% e a seção horizontal dos dois poços foi revestida com telas e empacotada com gravel que irá otimizar a produtividade do óleo, prevenindo os movimentos das areias do reservatório para o poço e também os equipamentos de produção. Os testes dos dois poços foram positivos e indicaram uma vazão média esperada no intervalo superior da faixa de  a  que a Companhia havia estimado. 

Em dezembro de 2014, a QGEP anunciou a contratação do FPSO Petrojarl I para a produção do SPA. O primeiro óleo do Campo está previsto para o final de 2017, com produção inicial média estimada em , baseada nos dois poços de produção já perfurados e equipados com árvores de natal molhadas e bombas elétricas submersíveis. O Consórcio também poderá perfurar um terceiro poço, aumentando a capacidade de produção média para .  

Ainda em 2014, a QGEP divulgou os principais resultados do relatório de certificação de reservas do Campo de Atlanta, elaborado pelos consultores independentes Gaffney, Cline & Associates. Os principais destaques são as reservas 1P de , reservas 2P de e reservas 3P de . Estes números foram elaborados com base nos resultados da perfuração e do teste do primeiro poço de produção perfurado no Campo.

Devido às inovações tecnológicas contempladas no Sistema de Produção Antecipada no Campo de Atlanta, a QGEP obteve um financiamento da Finep de R$266 milhões. 

Clique aqui para mais informações.

Campo de Oliva

O Campo de Oliva, também localizado no Bloco BS-4, a  do Campo de Atlanta, considera em seu Plano de Desenvolvimento a perfuração de um poço de Aquisição de Dados de Reservatório, seguido de um teste, de forma a comprovar a estimativa de reservas e suportar a curva de produção. Também está prevista a perfuração de cinco poços de produção e três poços de injeção, todos horizontais, que serão conectados às facilidades instaladas no Campo de Atlanta. O primeiro óleo de Oliva é esperado para 2021.

 

 

Última atualização em 2017-01-24T17:45:45

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