Bacia de Santos

Localizada na porção sul da margem continental (brasileira, a Bacia de Santos abrange uma área de aproximadamente  em lâminas d'água de até , que inclui desde o litoral sul do estado do Rio de Janeiro até o norte do estado de Santa Catarina. Geologicamente, é definida como uma grande depressão, limitada ao norte pelo Alto do Cabo Frio e ao sul pelo Alto de Florianópolis, e constitui-se na mais extensa dentre as bacias costeiras do Brasil. 

É considerada uma das áreas de exploração e produção mais promissoras do Brasil, devido às descobertas realizadas em sua seção pré-sal nos últimos anos, que poderão levar a região ao ranking das dez maiores reservas de petróleo do mundo, segundo publicações internacionais especializadas no setor. A participação em ativos nessa região é um marco na trajetória do setor de exploração da QGEP.

Por apresentar elementos favoráveis à formação de reservatórios carbonáticos– biolititos, a Bacia de Santos apresenta reservatórios com excelentes características de porosidade e permeabilidade. Estas peculiaridades, aliadas aos excelentes geradores e do selo eficiente da camada de sal, resultam no acúmulo de grande quantidade de óleo de ótima qualidade, propiciando uma alta taxa de sucesso na exploração desta área. Os dados divulgados correspondem a mais de  descobertos nessa bacia.

As primeiras pesquisas com dados sísmicos, realizadas na área, ocorreram no final da década de 1960 e o primeiro poço foi perfurado em 1970. O final da década de 1970 foi caracterizado por um pico na atividade exploratória, incluindo a perfuração de diversos poços por empresas, trabalhando em contratos de risco. A primeira acumulação de hidrocarbonetos, na Bacia de Santos, foi descoberta no campo de gás de Merluza, em 1979. Subsequentemente, 6 outros campos de petróleo e gás natural foram descobertos pela Petrobras até 1994 (Tubarão, Coral, Estrela do Mar, Caravela, Caravela Sul e 1-BSS-69). O final da década de 1980 e início da década de 1990 foram caracterizados por um aumento na perfuração exploratória, como resultado de descobertas de hidrocarbonetos. Em dezembro de 2007, 190 poços exploratórios haviam sido perfurados, sendo 100 deles pela Petrobras.

A partir de 2007, após cerca de 30 anos de exploração, a Bacia de Santos começou a se destacar no cenário nacional e internacional com os diversos anúncios, feitos pela Petrobras, de descobertas relevantes de campos de óleo e gás natural em águas ultraprofundas. A principal descoberta foi a de Tupi, no Bloco BM-S-11, em novembro de 2007, com reservas estimadas de  a  de óleo leve. No final de 2010, a Petrobras anunciou a comercialidade de Tupi, que passou a ser denominado Campo de Lula. Atualmente, o Campo de Lula já produz mais de 200 kboe/dia. Outras descobertas relevantes na Bacia de Santos incluem os Campos de Cernambi e Sapinhoá (Guará) e as descobertas de Libra, Franco, Carcará, Carioca, Júpiter, entre outras. Estima-se que os volumes recuperáveis dessas áreas possam ultrapassar  

 

Bloco BS-4

Com a operação de farm in, realizada em 2011, a QGEP adquiriu por US$157,5 milhões os direitos de concessão de 30% do Bloco BS-4, que engloba os campos de pós-sal de Atlanta e Oliva, e em que atua como operadora. Estes campos estão na fase de desenvolvimento. Para mais informações, clique aqui.

Há um prospecto exploratório, Piapara, identificado no pré-sal desse bloco, abaixo do Campo de Atlanta, após as análises dos dados sísmicos 3D. O consórcio continua avaliando a melhor ocasião para a exploração

Última atualização em 2017-10-16T15:13:01

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